Casos de chikungunya aumentam 88% em um mês

Em último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde, até a semana epidemiológica 19 (01/01/2017 a 13/05/2017), foram registrados 80.949 casos prováveis de febre chikungunya no Brasil, este número é 88% maior que o registrado até 15/04/2017. Também houve aumento nos casos de zika. A região Nordeste concentrou a maior taxa de incidência, onde foram registrados 93,3 notificações a cada 100 mil habitantes. De todos os vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue continua sendo a doença mais difundida entre a população brasileira, com pouco mais de 144 mil casos suspeitos.

Saiba os sintomas dessas doenças e procure o serviço de saúde ao primeiro sinal suspeito:

Sinais e sintomas das arboviroses transmitidas pelo Aedes aegypti

 

Vale lembrar que essas doenças podem levar à morte. Medidas simples diárias podem evitar complicações futuras. Converse com seus familiares, vizinhos e amigos para que também verifiquem se em suas casas há algum foco do mosquito. Lembre-se, juntos somos mais fortes que o mosquito.

Fonte: UOL Notícias – Saúde

Aumento da infestação do mosquito em bairros de Salvador alerta população

Foto: Arisson Marinho/Arquivo Correio da Bahia

 

Um aumento na quantidade de mosquito em algumas regiões da cidade, foi relatado em relatório divulgado pela Prefeitura Municipal de Salvador sobre o índice de infestação pelo mosquito transmissor da Dengue, Zika, Chikungunya e Febre Amarela.

Uma hipótese para este aumento seria o racionamento de água pelo qual o estado da Bahia têm passado, e por conta da falta d’água, a população estaria armazenando água de forma inadequada (como em baldes, tonéis e/ou pequenos vasilhames com vedação irregular). É importante lembrar que qualquer recipiente ou ambiente com água disponível, pode ser criadouro para o mosquito Aedes aegypti. Por este motivo, torna-se importante o combate diário à estes locais.

Fonte: CORREIO DA BAHIA

Brasil tem 240 mortes confirmadas devido à febre amarela

Brasil confirmou 715 infecções por Febre Amarela, e já recebeu mais de 3.000 notificações desde o início do surto.

Desde o início da epidemia de Febre Amarela, em dezembro do ano passado, até a última quinta-feira (27), o Brasil teve 392 suspeitas de mortes devido à doença, sendo que 240 delas foram confirmadas pelo Ministério da Saúde.

Além da vacinação, é importante que a população fique em alerta para os criadouros do mosquito (ex.: água parada em baldes, tanques/tonéis, e terrenos baldios). Se cada um fizer sua parte, podemos eliminar os criadouros do mosquito e diminuir o número de pessoas doentes por Febre Amarela, Dengue, Zika e Chikungunya.

Fonte: Bem Estar / Febre Amarela | G1

Febre Amarela

A Febre Amarela é uma doença que se mantém no ambiente, em um ciclo silvestre, e é trasmitida por mosquitos, portanto, não é contagiosa, isto é, os macacos não transmitem diretamente essa doença, assim como ela não é transmitida diretamente de um humano a outro. Os mosquitos sim são os vetores do Vírus da Febre Amarela, transmitindo-o entre primatas humanos e não-humanos. O macaco é importante, pois serve como indicador da presença do vírus em determinada região. A melhor maneira de se prevenir é com a vacinação e também eliminando os criadouros do mosquito.

Para maiores informações visite o site: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio)

Inspeção à imóveis reincidentes

Essa semana o projeto começa com a nova etapa de revisitãção aos imóveis, para inspeção e coleta de dados. Um diagnóstico sobre os imóveis será realizado classificando as casas de maior prioridade para um retorno educativo .

Kits e capas remanescentes também foram distribuídos a moradores que ainda não haviam recebido.

 

A Fiocruz teve o privilégio de apresentar o evento “Agente Mulher – Desafios e dificuldades na luta por conquista”, promovido e realizado pela Associação dos Agentes Comunitários e de Combate às Endemias de Salvador, em 09 de março de 2017, em homenagem as mulheres guerreiras agentes de saúde.

O evento que teve como objetivo identificar as demandas e orientar para a solução das problemáticas vividas pelas mulheres e foi aberto pela diretora da FIOCRUZ, Dr. Marilda de Souza Gonçalves.

Contou com palestras sobre a segurança da mulher no ambiente de trabalho e problemáticas vividas pelas mulheres por meio de suas atividades de campo, identificação de lideranças sociais e seus direitos garantidos pela constituição.

2,175 milhões de pessoas tiveram doenças ligadas ao ‘Aedes’ em 2016

Foto: REUTERS/Alvin Baez

Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde mostra que, no ano passado, o País conviveu com três epidemias simultâneas

BRASÍLIA – O ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu nesta quinta-feira, 2, que o número de casos de dengue, zika e chikungunya neste ano deva ultrapassar os 2,175 milhões registrados em 2016. De acordo com ele, a estimativa é a de que as infecções causadas pelo vírus da dengue e da zika se estabilizem e de que haja um aumento de pacientes atingidos pela chikungunya. No ano passado, foram 271 mil casos.

A previsão de uma tríplice epidemia no País, causada pelo mosquito Aedes aegypti, se confirmou. Boletim divulgado nesta quinta pelo Ministério da Saúde mostra que, em 2016, o Brasil conviveu com surtos simultâneos de dengue, chikungunya e zika. Ao todo, foram 2,175 milhões de casos de infecções, com 846 mortes.

Chama a atenção o expressivo número de óbitos provocados por chikungunya. Durante o ano passado, 196 pessoas morreram em razão da infecção, 14 vezes mais do que o registrado em 2015, com 14 vítimas.

Quando o vírus foi confirmado no País, autoridades sanitárias afirmavam que a doença trazia pouco risco de morte. A zika, outra doença também que era tida como “prima fraca” da dengue, provocou 8 mortes.

O boletim indica que a epidemia de dengue ocorreu em todas as regiões do País. Os Estados mais afetados foram Minas (com 2.531 casos a cada 100 mil habitantes), Goiás (com 1.845 casos a cada 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (com 1.684 casos a cada 100 mil habitantes) e Rio Grande do Norte (com 1.670 casos a cada 100 mil habitantes).

A chikungunya afetou sobretudo o Nordeste. Sete de nove Estados apresentaram níveis considerados muito altos, com incidência superior a 300 casos por 100 mil habitantes.

Para integrantes do Ministério da Saúde, no entanto, o receio é de que agora o vírus afete de forma mais intensa a Região Sudeste. Em 2016, a chikungunya ocorreu de forma mais intensa no Rio. Foram 108 casos a cada 100 mil habitantes.

Zika. Já os casos de zika no Brasil foram em menor número: 215.319. A maior incidência foi em Mato Grosso (671 casos por 100 mil), Rio de Janeiro (414 casos por 100 mil) e Bahia (340 por 100 mil). A infecção por zika em grávidas pode levar a doenças neurológicas nos fetos, como a microcefalia.

Fonte: Saúde – Estadão

Febre amarela, dengue, zika e chikungunya: entenda as doenças do Aedes que afetam o Brasil

 Em quais regiões estão os vírus? Quais mosquitos causam os surtos nas cidades? Quais doenças têm vacina pelo SUS? G1 responde as principais perguntas sobre o assunto. CLIQUE AQUI e saiba mais.

Fonte: Febre amarela, dengue, zika e chikungunya: entenda as doenças do Aedes que afetam o Brasil

Clima quente favorece a proliferação de focos de dengue

O clima mais quente e úmido do verão favorece a proliferação do Aedes aegypti, que transmite dengue, zika e chikungunya. Nesse período, é preciso redobrar os cuidados para impedir a formação de criadouros do mosquito. Veja todos os vídeos do Jornal da Band

Fonte: UOL Mais > Clima quente favorece a proliferação de focos de dengue