Inspeção à imóveis reincidentes

Essa semana o projeto começa com a nova etapa de revisitãção aos imóveis, para inspeção e coleta de dados. Um diagnóstico sobre os imóveis será realizado classificando as casas de maior prioridade para um retorno educativo .

Kits e capas remanescentes também foram distribuídos a moradores que ainda não haviam recebido.

 

Agente Mulher – Desafios e dificuldades na luta por conquista

A Fiocruz teve o privilégio de apresentar o evento “Agente Mulher – Desafios e dificuldades na luta por conquista”, promovido e realizado pela Associação dos Agentes Comunitários e de Combate às Endemias de Salvador, em 09 de março de 2017, em homenagem as mulheres guerreiras agentes de saúde.

O evento que teve como objetivo identificar as demandas e orientar para a solução das problemáticas vividas pelas mulheres e foi aberto pela diretora da FIOCRUZ, Dr. Marilda de Souza Gonçalves.

Contou com palestras sobre a segurança da mulher no ambiente de trabalho e problemáticas vividas pelas mulheres por meio de suas atividades de campo, identificação de lideranças sociais e seus direitos garantidos pela constituição.

2,175 milhões de pessoas tiveram doenças ligadas ao ‘Aedes’ em 2016

Foto: REUTERS/Alvin Baez

Boletim divulgado pelo Ministério da Saúde mostra que, no ano passado, o País conviveu com três epidemias simultâneas

BRASÍLIA – O ministro da Saúde, Ricardo Barros, admitiu nesta quinta-feira, 2, que o número de casos de dengue, zika e chikungunya neste ano deva ultrapassar os 2,175 milhões registrados em 2016. De acordo com ele, a estimativa é a de que as infecções causadas pelo vírus da dengue e da zika se estabilizem e de que haja um aumento de pacientes atingidos pela chikungunya. No ano passado, foram 271 mil casos.

A previsão de uma tríplice epidemia no País, causada pelo mosquito Aedes aegypti, se confirmou. Boletim divulgado nesta quinta pelo Ministério da Saúde mostra que, em 2016, o Brasil conviveu com surtos simultâneos de dengue, chikungunya e zika. Ao todo, foram 2,175 milhões de casos de infecções, com 846 mortes.

Chama a atenção o expressivo número de óbitos provocados por chikungunya. Durante o ano passado, 196 pessoas morreram em razão da infecção, 14 vezes mais do que o registrado em 2015, com 14 vítimas.

Quando o vírus foi confirmado no País, autoridades sanitárias afirmavam que a doença trazia pouco risco de morte. A zika, outra doença também que era tida como “prima fraca” da dengue, provocou 8 mortes.

O boletim indica que a epidemia de dengue ocorreu em todas as regiões do País. Os Estados mais afetados foram Minas (com 2.531 casos a cada 100 mil habitantes), Goiás (com 1.845 casos a cada 100 mil habitantes), Mato Grosso do Sul (com 1.684 casos a cada 100 mil habitantes) e Rio Grande do Norte (com 1.670 casos a cada 100 mil habitantes).

A chikungunya afetou sobretudo o Nordeste. Sete de nove Estados apresentaram níveis considerados muito altos, com incidência superior a 300 casos por 100 mil habitantes.

Para integrantes do Ministério da Saúde, no entanto, o receio é de que agora o vírus afete de forma mais intensa a Região Sudeste. Em 2016, a chikungunya ocorreu de forma mais intensa no Rio. Foram 108 casos a cada 100 mil habitantes.

Zika. Já os casos de zika no Brasil foram em menor número: 215.319. A maior incidência foi em Mato Grosso (671 casos por 100 mil), Rio de Janeiro (414 casos por 100 mil) e Bahia (340 por 100 mil). A infecção por zika em grávidas pode levar a doenças neurológicas nos fetos, como a microcefalia.

Fonte: Saúde – Estadão

Febre amarela, dengue, zika e chikungunya: entenda as doenças do Aedes que afetam o Brasil

 Em quais regiões estão os vírus? Quais mosquitos causam os surtos nas cidades? Quais doenças têm vacina pelo SUS? G1 responde as principais perguntas sobre o assunto. CLIQUE AQUI e saiba mais.

Fonte: Febre amarela, dengue, zika e chikungunya: entenda as doenças do Aedes que afetam o Brasil

Clima quente favorece a proliferação de focos de dengue

O clima mais quente e úmido do verão favorece a proliferação do Aedes aegypti, que transmite dengue, zika e chikungunya. Nesse período, é preciso redobrar os cuidados para impedir a formação de criadouros do mosquito. Veja todos os vídeos do Jornal da Band

Fonte: UOL Mais > Clima quente favorece a proliferação de focos de dengue

Para combater Aedes aegypti, apreensão de sucatas acontece na Suburbana

Uma operação para remoção de sucatas acontece nesta terça-feira (17), na extensão da Avenida Afrânio Peixoto (Suburbana), no trecho que vai da Baixa do Fiscal até a entrada do bairro de Itacaranha. De acordo com a Prefeitura de Salvador, a ação, realizada por meio da Secretaria de Ordem Pública (Semop), visa combater focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti e liberar espaço nas vias públicas para pedestres e veículos.

Segundo o chefe do Setor de Proteção à Estética da Cidade (Sepec), Roberto Guerreiro, a escolha do local para a realização da operação foi motivada pelo alto índice de abandono de veículos na região. “A Suburbana é o local onde há maior foco de abandono de sucatas, então resolvemos começar o ano estruturando essa região. No entorno, há várias oficinas e esse fator também favorece o descarte dos veículos por ali”, explicou. 

No ano anterior, o Sepec recolheu 1.492 veículos sucateados das vias públicas da capital baiana, atendendo a pouco mais de 1.660 denúncias de cidadãos preocupados com o acúmulo de lixo, insetos e a segurança de moradores e transeuntes. A operação também conta com o apoio da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) e da Guarda Municipal. Para denunciar o abandono de sucatas em vias públicas, o cidadão pode entrar em contato através do telefone 156 ou pelo portal Fala Salvador.

Fonte: Metro1

Metas para 2017

Mais um ano chega ao fim e não podemos deixar de agradecer por mais este ano, e pelas conquistas até aqui alcançadas. Mas, para o próximo ano devemos traçar novas metas, com novos alvos e desafios. Agradecemos muito o empenho de cada morador que dedica um tempo do dia para inspecionar seu lar, que mobiliza vizinhos e familiares no combate à dengue e que sempre que pode, entra em contato conosco para atualizar-se das ações promovidas pelo grupo, sem sombra de dúvidas, a população é a maior beneficiada com essas ações e os próprios moradores são os melhores mobilizadores para que isto ocorra. Não podemos deixar de agradecer aos Agentes do CCZ que, engajados, nos ajudam a promover o cuidado diário com a população. E, para o ano de 2017 devemos novamente alcançar o maior número possíveis de casas livres de larvas e consequentemente de mosquitos na região, se um imóvel não está saudável, toda a vizinhança sofre as consequências, por isso a importância da mobilização tanto da família quanto dos vizinhos.

Boas festas!

O projeto deseja à todos um feliz 2017!